Por maior representatividade, Dra. Wanessa Bomfim quer se tornar primeira mulher eleita deputada federal por Mauá

Por Portal Opinião Pública 24/09/2026 - 10:37 hs
Foto: Divulgação
Por maior representatividade, Dra. Wanessa Bomfim quer se tornar primeira mulher eleita deputada federal por Mauá
A candidata Wanessa Bomfim afirmou que Mauá e região do Grande ABC precisam ter maior representativi

Candidata defende maior presença feminina na política e ampliação do reconhecimento regional nas discussões federais 

Tornar-se a primeira mulher eleita deputada federal por Mauá. Esse é o grande objetivo da candidata que é mãe, advogada, administradora, cristã e idealizadora do projeto “Mulheres que Edificam Mulheres” e que defende maior presença feminina na política e mais atenção às demandas do Grande ABC em Brasília, Dra. Wanessa Bomfim (Podemos) nas eleições deste ano. Defensora – entre outras pautas - dos direitos das mulheres, ela destacou que tem trabalhado para demonstrar aos eleitores da cidade e da região do Grande ABC os benefícios de a cidade ter uma conexão direta com a Câmara Federal.

Em conversa com o Jornal Opinião Pública, Wanessa explicou que atingir esse feito teria um duplo efeito positivo: o primeiro a maior visibilidade que Mauá teria em Brasília, contando com um representante local no Congresso. Apesar de ter tido representantes no Congresso, ninguém do município conseguiu se eleger diretamente para o cargo.

“Quero ser uma voz ativa para Mauá e para todo o Grande ABC em Brasília, ajudando na busca por recursos e investimentos em toda a região. É fundamental termos representantes na Câmara Federal, pois assim conseguiremos trabalhar pelo desenvolvimento dos municípios de forma mais efetiva”, afirmou a advogada, acrescentando que os outros seis municípios da região também se beneficiariam.

Já o segundo ponto levantado pela candidata é a ampliação da participação feminina na política. “Uma coisa que eu defendo há anos é a presença das mulheres nas discussões políticas, seja em âmbito municipal, estadual e federal. É uma bandeira que defendo com orgulho. Sempre tento mostrar para a população, por meio do diálogo, a importância que essa questão tem e como as mulheres podem, através de seu olhar, trazer mudanças significativas para todos”, disse Wanessa, que não deixou de ressaltar a falta de representatividade feminina na política regional, citando o baixo número de mulheres eleitas nas Câmaras Municipais da região. Para se ter uma ideia, juntas as sete cidades do ABC possuem 150 cadeiras de vereadores, sendo que apenas 12 delas são ocupadas por mulheres, atualmente.

“Temos que seguir lutando para que mais mulheres possam participar da vida política de nossa região. Particularmente acho um absurdo termos tão poucas mulheres eleitas vereadoras no ABC. Mauá mesmo, não possui nenhuma, sendo que a última foi eleita em 2012, ou seja, já são mais de dez anos que nenhuma mulher consegue ser eleita para a Câmara de uma das principais cidades do estado. Isso tem que mudar”, destacou.

Quanto a suas propostas, Wanessa pontuou a ampla área de atuação de um deputado federal como essencial para fazer um trabalho dinâmico e focado no crescimento do município, caso seja eleita.

“Já tenho trabalhos voltados para o público feminino, como o ‘Mulheres que Edificam Mulheres’, para a ampliação de programas de empreendedorismo, para os direitos das mães atípicas, e eles seguirão na pauta, junto de um trabalho pelo crescimento de Mauá e da região, articulando a vinda de recursos que possam melhorar áreas como saúde, educação, segurança, infraestrutura, entre outras”. 

Campanha limpa 

Além do trabalho para se tornar a primeira mulher eleita deputada federal pela região, Wanessa Bomfim tem apostado outro trunfo ao longo do período oficial de propaganda eleitoral, fazendo como ela mesmo define, uma “campanha limpa”. Sua ideia é percorrer as cidades do Grande ABC para conversar diretamente com o eleitorado, apresentando suas propostas e entregando seus materiais, como cartões de visita, evitando o desperdício e a poluição visual e sonora na região.

“Essa não é apenas uma estratégia de campanha. É algo que sempre fiz: estar perto das pessoas, ouvir e conversar. Não posso dizer que defendo as mães atípicas e, ao mesmo tempo, colocar carros de som em volume alto, causando sofrimento às crianças no espectro autista. Também não posso defender o meio ambiente e a causa animal e deixar santinhos espalhados pelas ruas. É preciso ter coerência entre aquilo que falamos e aquilo que fazemos”, afirmou a candidata há cerca de duas semanas, em entrevista ao Jornal Opinião Pública. Na oportunidade, ela ainda acrescentou que no seu ponto de vista, fazer política também significa respeitar a rotina e o espaço das pessoas.

“Ninguém gosta de ser incomodado. Por isso, nossa campanha é feita com diálogo, conscientização e respeito ao próximo. Entregamos nosso material diretamente nas mãos das pessoas, conversamos e mostramos a importância do voto consciente”.